PESQUISA OPERACIONAL

Disciplina: Processos Estocásticos

(Probabilidade e Freqüência Relativa (Parte 03)

  

OBSERVAÇÃO: Decidimos fazer esta parte introdutória porque é impossível tratar de qualquer tópico de Processos Estocásticos sem que apareça o conceito de Probabilidade! 

 

Certamente, quando estivermos falando especificamente de Processos Estocásticos e seus respectivos tópicos, daremos uma definição formal do que se deve entender por "ESTOCÁSTICO" e a conotação que este termo tem com o conceito de Probabilidade. 

(1)

  

Claro que, pelo menos conceitualmente, poder-se-ia utilizar o modelo (1) para experiências que permitam repetições, no sentido descrito anteriormente (páginas: Parte_01 e Parte_02), tais como, arremessos de moedas, jogos de carta e jogos de azar. Ademais, poder-se-ia construir modelos de probabilidade para experiências aleatórias mais complicadas. Levando em conta que os instrumentos de medida existentes não permitem a determinação exata do que se propõe, pode-se utilizar o enfoque probabilístico a fim de se construir modelos probabilísticos para operações de manufatura que meçam a resistência de uma peça. Dessa forma, para uma considerável soma de aplicações à Engenharia e às Ciências, este sentido de freqüência relativa à probabilidade serve para oferecer um modelo adequado da medida de probabilidade (Ver Teoria das Medidas) . Isto é, em muitos problemas de engenharia pode-se imaginar repetir uma experiência muitas vezes e pode-se imaginar o número de “sucessos”. Portanto, qualquer construção matemática de uma MEDIDA de probabilidade deve permitir que se interprete a probabilidade neste sentido de FREQUÊNCIA RELATIVA.

 

Historicamente, os modelos probabilísticos foram baseados na expressão (1) acima em termos de freqüências relativas. Mas este não é o único enfoque da probabilidade. Considera-se a experiência, por exemplo, de eventos associados ao disparo de um foguete. Certamente, ninguém repete muitas vezes um sofisticado sistema de lançamento de um foguete só para se determinar a probabilidade do evento “sucesso”, desde que, e isto sem mencionar nenhuma outra razão, só o fato de se realizar um grande número de provas é proibitivamente dispendioso. A experiência que consiste em observar o comportamento da economia nacional para um dado ano do calendário é, inerentemente, impossível de repetição. Em muitas áreas, um grande número de repetições de uma experiência é igualmente impossível de se realizar. Todavia, se espera que seja possível atribuir uma medida (Ver Teoria das Medidas) de probabilidade aos eventos nesses casos.

  A partir de 23 Jul de 2018

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